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Vitaminas B

Ao falar sobre os benefícios das vitaminas B é importante compreendermos que elas compartilham relações e interações complexas umas com as outras, sendo variáveis os seus efeitos sobre a saúde humana de acordo com fatores como idade e dieta.

Dessa maneira, vamos dar uma olhada em alguns dos benefícios que essas vitaminas têm a oferecer para que você possa determinar se vale ou não a pena suplementar as vitaminas do complexo B à sua dieta.

  1. Benefícios neuro protetores potenciais

As vitaminas B – em particular a B6 – são amplamente recomendadas por conta de seus efeitos sobre a saúde mental e função cognitiva, e se você já consumiu bebidas energéticas como Red Bull, menteagora você saberá que elas são ricas em vitaminas B.

Atualmente as pesquisas em torno dos benefícios potenciais da vitaminas B no contexto da saúde mental e cognição ainda são inconclusivos.

Um artigo publicado no Cochrane Database of Systemic review em 2003 expôs os resultados de vários ensaios clínicos, concluindo com a seguinte declaração: “Esse estudo encontrou evidências de que há espaço para aumentar alguns índices bioquímicos associados à vitamina B6 entre os idosos.

Mais evidências clínicas são necessárias para explorar possíveis benefícios da suplementação de vitamina B6 para os idosos saudáveis e aqueles com comprometimento cognitivo ou demência.”

Uma das dificuldades em investigar a utilização de vitaminas B para o tratamento de doenças neurodegenerativas tais como a doença de Alzheimer está no fato de que muitos indivíduos idosos com deficiência dessas vitaminas são assim devido à sua má absorção, por oposição à uma dieta deficiente.

O consumo excessivo de vitaminas B, como o ácido fólico, pode potencialmente fazer mais mal do que bem, pelo menos é o que diz um estudo de 2006, publicado no Journal of Alzheimer’s Diseas: “Não está claro se a suplementação com ácido fólico pode mascarar a deficiência de vitamina B12 ou pode exacerbar a queda neurodegenerativa associada à síndrome.

Uma vez que há poucos estudos científicos sobre essa questão, é bastante provável que seja mais seguro evitar a suplementação de ácido fólico a menos que haja evidências calaras de deficiência de folato, além do monitoramento contínuo para verificar deficiência de vitamina B12.”

No entanto, a utilização de vitaminas B no tratamento ou prevenção de doenças neurodegenerativas certamente mostra alguma promessa, mas teremos que aguardar mais pesquisas para obter respostas mais conclusivas quanto a isso, se você tiver quaisquer outras perguntas ou dúvidas, recomendamos falar com o seu médico para uma opinião profissional.

  1. O Processo de benefícios cardiovasculares

Talvez algumas vantagens se estendam para a manutenção da saúde cardiovascular devido à capacidade das vitaminas B para baixar os níveis de homocisteína no plasma sanguíneo.

Um estudo de 2008 intitulado Vitamina B12 e saúde expôs sobre o assunto: “os níveis de homocisteína plasmáticas aumentadas tem sido reconhecidos como um importante fator de risco [ para doença cardiovascular].

A suplementação com ácido fólico e outras vitaminas do complexo B é uma forma relativamente barata de reduzir níveis plasmáticos de homocisteína, pode ser uma maneira de reduzir riscos [de doença cardiovascular]. ”

  1. Redução do risco de derrame e câncer

Algumas pesquisas voltadas para as vitaminas B apontam uma relação com várias formas de câncer, incluindo o cervical, cólon de útero e câncer retal.

O mesmo estudo analisa: “No geral, as diferenças observadas em relação ao genótipo, ingestão de micronutrientes e câncer colorretal não são muito evidentes. Relações entre a ingestão dietética, genótipos, e certos tipos de câncer são plausíveis, no entanto, o campo do genoma nutricional ainda é muito inicial sendo necessários mais estudos para determinar se as interações observadas são válidas. ”

Mais uma vez esse campo de pesquisa aponta uma promessa; no entanto, certamente são os estágios iniciais tornando qualquer conclusão algo precipitado.

  1. Vitaminas B e Exercícios

A última pesquisa que vamos analisar é do International Journal of Sports Nutrition & Exercise Metabolism.

Esta pesquisa em particular é relevante para aqueles que estão treinando pesado frequentemente uma vez que o exercício constante parece aumentar os níveis necessários de vitamina B no corpo: “A atual pesquisa sugere que o exercício pode aumentar os requisitos para a riboflavina e vitamina B-6, enquanto os níveis de folato e vitamina B-12 são limitados.

Atletas que têm dietas pobres, especialmente aqueles que restringem a ingestão de energia ou eliminam grupos de alimentos da dieta, devem considerar a ingestão de um suplemento multivitamínico / mineral. ”

Por isso, se você está atualmente em uma fase de cortes tentando queimar gordura corporal, é uma ótima ideia investir em um suplemento multivitamínico para que você possa garantir sua ingestão diária de vitaminas B, especialmente riboflavina e vitamina B6.

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